quinta-feira, dezembro 31, 2009

Adeus Ano Velho ---- Feliz Ano Novo!


Que tudo se realize, no ano que vai nascer. Este e um dos meus posts favoritos de escrever - o balanco do ano que se vai, e as perspectivas para o ano que vem chegando. Eu adoro Ano - Novo! Adoro tudo novo, novidades, recomecos, novas missoes, novas ideias. Deve ser por isso que eu gosto de segunda feira. Comecos.

E bonito ler o meu post do balanco de 2008. "Nesse ano eu desejo PAZ no coração, SABEDORIA pra fazer as escolhas certas, INTUICAO pra ouvir o sexto sentido. Eu desejo me conhecer mais, e continuar me aproximando mais de mim mesma, pra poder ser melhor e melhor para os outros. Eu desejo fazer bem para a humanidade através do meu trabalho, e desejo conhecer um monte de pessoas que pensam assim também. Eu quero aprender a meditar, e quero levar o maior numero de amigos comigo. Eu quero fazer mais yoga e hiking. Eu quero ter mais certezas. Eu quero reencontrar o meu lugar. Eu quero harmonia no amor, na verdade eu quero mais amor do que paixão. Quero calmaria e dias de céu azul. Quero alguém que ande no mesmo caminho. E mais do que tudo de tudo: EU QUERO TRABALHAR MUITO! seja no Brasil, em Los Angeles, na Índia, ou na China. Eu quero trabalhar e quero me sentir realizada através do meu trabalhos. Eu quero nao sossegar ate conseguir.

2009
Eu tive paz, bastante paz, independente do tamanho da tempestade, eu sempre consegui encontrar paz dentro de mim. Acho que isso vem com a maturidade. Acredito que continuei fazendo as escolhas certas. Escolhi o roommate certo, o lugar onde eu moro, montei a minha empresa, com o foco certo, os socios certos. Tive sabedoria pra saber me ouvir, e acreditar nos meus sentidos. Eu me conheci mais, com toda a certeza. Aprendi a controlar melhor os meus pensamentos arredios, e canalizar para o lugar onde eu encontro a minha paz. Eu fiz bem para as pessoas, nao tanto quanto eu gostaria profissionalmente, mas um pouco. Eu fui uma boa amiga, estive presente o maximo quando eles precisaram. Eu me desculpei com aqueles que eu errei, me arrependi. Eu fui ao Brasil para ficar perto do meu pai, me aproximar dos meus irmaos pequenos, e da minha mae emprestada. Isso foi importante tambem. Eu aprendi a meditar, porque nao fui determinada o suficiente, mas me apaixonei incondicionalmente pela yoga, que hoje e um dos meus esportes favoritos. Harmonia no amor? Bom, digamos que eu nao sou muito boa nesse quesito. Melhoraremos. Eu trabalhei muito, isso sim. Construi.

2010
Eu quero que 2010 seja o ano do AMOR. Vou passar a virada de calcinha vermelha (UI!) e roupa branca. Eu estou oficialmente determinada a formar uma familia. Eu preciso ter filhos, em breve, nao em 2010, mas nos proximos 2 anos. Para esse ano novo em folha, eu quero ser mais DETERMINADA, pra talvez aprender a meditar, pra ir pra academia mais vezes, pra ler mais os meus livros, pra fazer as coisas que eu tenho que fazer, sem deixar pra depois. Eu quero continuar aprendendo a me CONCENTRAR e FOCAR. Eu quero participar muito mais das reunioes do budismo, e quero continuar sendo uma pessoa boa, comigo, com a minha familia, e com os que me cercam. Esse ano vai ser especial. A minha empresa toma forma, com escritorio, socios, e tudo o que tem direito. Quero continuar vencendo as tempestades, com a forca que eu tenho. Quero continuar ACREDITANDO que e possivel. Que tudo e possivel. E que nada vai me segurar.

Muito amor pra todos vcs.






Christmas 2X FUN!

Esse foi um dos melhores natais da minha vida. Comecamos as comemoracoes no dia 24, a noite, como de costume. A festa foi na casa da Michelle, namorada do Muri. O Carlos comprou a maior garrafa de vodka que tinha na liquor, e disse que a gente tinha que "fazer historia". Dito e feito. Acordamos la mesmo, e eu nao lembro muito do que aconteceu.

Cheguei em casa, e comecava a nossa festa do pijama de natal. O meu roommate, Simon, e ingles, e comemora no dia 25. Colocamos os nossos pijamas, e passamos o dia comendo, dancando musicas de natal e dando boas risadas. Comemoracao em dobro. Amei.

Deem uma olhada nas fotos, elas falam. Nao percam o album completo, AQUI






segunda-feira, dezembro 21, 2009

New York

Bares com luzes baixas, pessoas dancando perto umas das outras, beijos, beijos na boca. Essa musica da vontade de beijar na boca.

sábado, dezembro 12, 2009

Por Renata Amaral

Essa sou eu quase sempre.

Áries é o primeiro signo do zodíaco e possui dentro de si a energia dos inícios. É um signo do elemento fogo, regido por marte, conhecido como o deus da guerra e da paixão. Na trilogia do fogo,
Áries representa a faísca. Se você conhece alguém desse signo, sabe que brigar é seu forte - todas as pessoas de Áries precisam de uma causa para lutar e de um inimigo para destruir. A impressão que se tem é que quando Áries acorda, a primeira coisa que faz é lustrar sua armadura, vesti-la e sair em busca da luta por uma causa, que pode ser qualquer uma, desde que envolva batalha.

Áries precisa de uma missão, um ideal pelo qual lutar. Uma vida comum e rotineira transforma toda essa energia em sombra e daí você poderá se deparar com toda aridez e antipatia desse signo. Se sua necessidade de heroísmo for reprimida ou incompreendida, toda arrogância ariana vem à tona e beira o insuportável. Áries é impaciente, não suporta limites e não costuma se dar bem com ordens e autoridades em geral. No fundo é uma criança desobediente, mas com um bom coração, com a cabeça cheia de idéias de transformar o mundo. No entanto seus humores bem como suas explosões duram pouco. Quase nunca guardam rancor.

Como todos os signos de fogo, são diretos e objetivos, pouco se importando com quantos inimigos pode fazer através de seu caminho. Aliás, fazer inimigos pode tornar a vida bem mais interessante para esse signo.
Áries é romântico, ingênuo até, quando se trata do sexo oposto. Não suporta traição, deslealdade, infidelidade e qualquer tipo de maldade. É leal até a morte, nunca abandona uma batalha mesmo que se sinta um farrapo. Por toda essa energia que possuem normalmente encontramos muitos arianos e arianos nos esportes e nas competições em geral. Onde existe competição, lá o ariano está. Ação é sua palavra preferida e impossibilidade é uma palavra que não consta em seu dicionário.

E eu sou essa no resto do tempo que eu nao sou a outra:

Escorpião é um signo de água, regido por Plutão, o deus dos infernos e das profundezas. É fácil conhecer um escorpião, eles normalmente possuem um olhar fixo, quase desconcertante. São seres misteriosos, enigmáticos e movidos pela paixão. Tire a paixão da vida de um escorpião e ele se matará com seu veneno, ou, pior, matará você ou quem estiver ao seu lado.
Escorpião é o signo da profundidade. São pessoas profundamente sentimentais, sensíveis, vingativas, emocionais, desconfiadas e buscam uma união profunda com pessoas que possam responder a tamanha profundidade. Eles não são solitários como todos dizem, ao contrário, estão sempre em busca de união íntima.

Nossos amigos escorpianos são os mais desconfiados do zodíaco, ganham de longe de cancerianos e capricornianos. Isso porque sua sensibilidade capta todo sentimento humano, e muitas vezes a sombra humana, que existe em todos nós, se mostra sem nenhum pudor para esse nosso amigo. Ele percebe tudo, nada lhe escapa. Como pode nosso amigo ser um romântico ao mesmo tempo em que percebe toda sujeira do mundo? Escorpião é intolerante, mas compassivo, arrogante, mas sensível e apaixonado.


Complicadinho esse nosso amigo, não? Você nunca encontrará um escorpião enfraquecido diante das dificuldades da vida, fraqueza é o tipo de sentimento que escorpião não tolera. Acredita sempre que todo mundo pode sair de qualquer situação, por pior que ela seja. O problema é que escorpião acredita que os outros são como ele, que vão até o fundo do inferno, chegam à beira da morte até conseguirem o que desejam, pois Escorpião é dotado de uma impiedosa força de vontade e disciplina.

Nosso amigo é um controlador, controla a si mesmo e a tudo e todos que estiverem ao seu lado. Nunca relaxa e exige demais de si e do resto da humanidade. É introspectivo, pensador, sensível, orgulhoso, determinado, obstinado e lógico. Com tudo isso, não poderia ser uma pessoa relaxada. Tormento seria a palavra mais adequada para definir seus sentimentos. Escorpião é também o mais independente dos signos, mas precisam e lutam pelo poder custe o que custar.

sábado, dezembro 05, 2009

(500) Days of Summer



Acabei de assistir esse filme. Os 500 dias da Summer, engracado que o trocadilho do titulo do filme so funciona em ingles. Quando eu me sinto inspirada, tenho uma vontade enorme de estar sozinha, que uma musica boa toque e que eu possa escrever. Sorte a minha, aqui estou, com o meu pijama novo, na minha cama deliciosa e o meu computador bem no meu colo.

Esse filme fala da historia entre um cara e uma menina, nao uma historia de amor, mas uma historia entre eles. Ele ama ela, e tem certeza de que ela e a pessoa que ele procurava - ela, bem, ela nao tinha essa certeza. Eles vivem momentos incriveis, sonham e sorriem juntos, mas pra ela, o cara nao era ele. No final do filme, ela casa repentinamente com outro cara, e numa conversa, onde os dois, o cara e a menina do filme, se encontram no lugar favorito dele, ela diz pra ele que ele ensinou pra ela que era possivel, e que ela encontrou a pessoa que fez ela ter certeza, e que ele achava que tinha certeza que seria ela, mas que, na verdade, nao era. No dia numero 500, ele esta numa entrevista de emprego e conhece uma menina chamada Autumm (Outono).

Em principio nao e fe, e sim coincidencia. E estar na hora certa, no lugar certo. Eu acho que e uma mistura de energia que atrai, com estar preparado para atrair. Tenho muitas duvidas em relacao ao tal do amor, que a gente cresce lendo em historinhas de principes e princesas, em filmes e novelas que tem sempre um final feliz. Eu acho que na vida o final sempre e feliz, mesmo que nao pelo caminho que a gente esperava. E feliz porque os caminhos nao-felizes trazem aprendizado, e aprendizado, pra mim, e sinonimo de positivo, de soma - de felicidade.

O mundo do amor e perfeito, os casais sao felizes para sempre, mas a vida nos mostra que nao e bem assim. So que os filmes continuam mostrando isso, a sociedade continua esperando por isso. Os casais se separam mais e mais cedo. Estou comecando a entender isso. Entendi que o mais importante e dismistificar e deixar que os livros continuem sendo vendidos, assim como os filmes, mas que a gente, aqui dentro, se prepare pra saber que nada e eterno. E que nao e porque nao foi eterno, que nao deu certo. Isso e uma coisa.

A outra coisa tem a ver com a relacao amor e paz. Tenho dificuldade com isso tb. Quando eu amo muito, quando eu estou loucamente apaixonada, eu dificilmente tenho paz. Paixao louca nao e sinonimo de paz no meu coracao e isso me confunde. Quando eu me apaixono muito, eu nao consigo dormir direito, o passo o dia todo com um frio na barriga, eu tenho um medo louco de perder, que gera inseguranca, e por ai vai. Todos os meus relacionamentos onde eu fui loucamente apaixonada, me trouxeram muito sofrimento. Eles podem ate ter dado certo, por um tempo, mas depois acabaram, e eu sofri um monte. Dizem que amor e paz tinham que andar juntos. E e por isso que eu sou confusa em relacao a tudo isso. Eu nao sei quando saber se chegou a hora certa, se e a pessoa certa. Dizem que a gente sempre sabe, a gente tem certeza, mas na unica vez que eu achei que eu tinha, nossa, quando eu olho pra tras, imagina so se eu tivesse mesmo me casado? Provavelmente eu ja estaria me separando. Eu achei que tinha certeza porque eu tava apaixonada. Me embaralha mais ainda.

Eu quero um pouco de tudo. Em pouco tempo. Mais especificamente agora.

Mudando de assunto, uns videos legais com os dois coadjuvantes do filme, falando sobre LA. Eu amo LA.















quinta-feira, novembro 19, 2009

Um passeio em Los Angeles, comigo :)


Downtown LA - Esta e a vista do predio John Ferraro (Depatment of Water and Power) na Hope St. Sendo um dos cartoes postais de LA, Downtown e sinonimo da Los Angeles urbanizada, das noites iluminadas e dos predios arranha-ceu. Nos filmes, a imagem de Downtown significa que algo acontece em LA.

Malibu Canyon Road - saindo de carro da beira da praia, na PCH, se pode subir pelas montanhas, e (acredite!) chegar em Hollywood.


Esse ainda e o meu lugar favorito, o Pier de Santa Monica, a luz ao entardecer e as prachas de surf gigantes.



Ponte em San Pedro - e bem bonita de dia tb. De la que saem os catamaras pra Ilha de Catalina.



Walt Disney Concert Hall - lindo lindo. Vimos a Philarmonica de Los Angeles. Dentro e quase mais bonito do que fora.



Nao sou eu, mas bem que poderia ser. Por do sol em San Pedro.



Esse nao e novidade, por do sol do lado de casa, aqui em Venice. Se for visto do Whalers, que e o bar favorito do Simon, pode ser acompanhado por uma cerveja e calamaris.


Transporte publico.


Echo Park - para os lados da casa do Damian. Bem bonito.


No Getty Center.





Essa e pra quem nao sabia porque Venice Beach se chama assim. Esses canais sao entre as ruazinhas da cidade. Muito charmoso. Legal de passear de noite.




Pier de Manhattan Beach. Essa e a praia onde eu gostaria de ter uma casa, um dia, quem sabe.



Vista da Mulholland Drive. Nos altos de Hollywood Hills.


Favorito dos fast-food. O velho e bom In-N-Out. Aqui as batatas fritas sao cortadas e feitas na hora, dois tipos de lanche, as filas sao maiores, mas sempre cheio. A qualidade ainda vence o preco e a velocidade. Favorito do Branko.

Eu em Venice - mentira, a minha prancha e maior.



Final de tarde, olhando da praia de Malibu em direcao a PCH (Free Way na beira da praia)


Simplesmente LA.

sexta-feira, novembro 13, 2009

Boas novas.

Pra ler esse post, primeiro tem que clicar o botao de play nessa musica aqui. Vai ajudar a entender o que se passa.


Vi outra vez o filme do Cazuza, e ele canta "Senhoras e senhores, trago boas novas!" Eu tambem. As minhas boas sao daquelas tao, mas tao boas, que eu tenho medo de espalhar. Na verdade eu acho que nao consigo acreditar, e assim prefiro varias vezes guardar so pra mim. Todas as noites, antes de fechar os olhos, eu me pego agradecendo, meio que sem perceber, pelo lugar onde eu estou, pelas minhas escolhas, apostas, agradeco diariamente por estar vivendo aqui e agora.

Me bilisquem, mas o Dudi ta vindo morar aqui. Sim, sim, sim!!!! SIIIIIIIIM! Eu ainda nao acredito, mas ele vem. O meu irmao amado, que me faz tanta falta, vai estar aqui perto, pra eu poder ligar a qualquer hora, pra passar noites em claro devaneando sobre as nossas perguntas sem respostas, pra ouvir as coisas que ele tem pra me dizer, e poder dizer pra ele. Ele vai dormir na minha casa, e a gente vai dormir quando amanhecer, de tanto conversar. Eu vou levar ele nos meus lugares favoritos, a gente vai passear, rir, e fazer as coisas que a gente mais gosta. Eu vou dividir a minha vida com ele, e vou ajudar ele em tudo o que ele precisar, quero que o Dudi veja e viva comigo a alegria que eu sinto de estar aqui. Quero dormir de tarde num domingo com ele aqui no sofa, e acordar com o por do sol e os esquilos aqui em casa. Quero acordar um dia de manha, procurar por ele - e achar! Serio, eu ainda nao acredito.

Como se nao bastasse, o Carlos e o Gabi estao vindo tambem. A minha empresa, eat, ganhou dois socios. Os dois socios mais fodas e competentes que eu conheco. Eu precisava de alguem pra dividir as minhas ideias, pra compartilhar, pra crescer junto, e eles completam o meu trabalho e me ensinam muito. Desde que tomamos essa decisao, a gente vem trabalhando direto, crescendo, trocando ideias, formatando, organizando - e eu to muito feliz. Nao sei bem explicar, mas imagina assim: existem algumas pessoas que se admira, muito, muito. O que elas fazem, como elas fazem, o gosto, a maneira como elas crescem profissionalmente. Aquelas pessoas que a gente nem imagina que um dia poderia dividir uma empresa junto, mas que se pudesse escolher, seriam elas - pois bem - sao esses dois pra mim. Em mais um dos nossos papos na internet, a gente decidiu tudo isso, o Carlos se demitiu da Cubo, o Gabriel esta arrumando as malas e eles estao de passagens compradas. Assim, bem assim.

Sigo aqui me beliscando.

As situacoes dificeis vem pra me mostrar alguma coisa e eu nao sossego enquanto nao descubro dentro de mim o que e. Passei por uma dessas essa semana, e ainda estou procurando o porque, mas vou achar. Passa, descobre o porque, respira fundo, aceita e toca o barco - nessa ordem. Seja o que for, o quao dificil for, nao adianta ficar perdendo muito tempo em cima. "Porque o tempo, o tempo nao para".

Boa noite.




terça-feira, outubro 27, 2009

Videos do show

Black Eyed Peas

Caquedo

U2









segunda-feira, outubro 26, 2009

Inspired.






Inspiracao.
Inspi(RED) dizia a camiseta que comprei faz algum tempo para ajudar a campanha que esta ajudando a eliminar a AIDS na Africa. A campanha que tem nome de cor de emergencia, ja ajudou milhoes de pessoas e foi concebida pelo Bono, vocalista da banda em questao. Inspiracao, eu diria, foi a sensacao que predominou em mim durante o estrondo, a Tour 360 graus do U2, que aconteceu ontem, dia 25 de outubro, no Rose Bowl em Pasadena, Los Angeles, CA.

Pessoas.
Tinham 96.000 pessoas. Tanta e muita, e mais tanta gente, que pra me impressionou demais. Eu tenho uma paixao tao grande por pessoas que ainda nao achei uma maneira de traduzir esse sentimento em palavras. Era muita gente, pra todos os lados, um mar lindo de pessoas ansiosas pra ouvir e cantar juntas, fechar os olhos, e ouvir musica, JUNTAS. Foram 96.000 sorrisos e suspiros a cada acorde que parecia familiar. As luzes mudavam de cor: vermelho, rosa, verde, azul, e eu seguia olhando a minha volta, completando o circulo, pra ter certeza que tinha mesmo tanta gente. Velhinhos, pessoas de cadeira de rodas, criancas, bebes, jovens, adolescentes, e casais. Pessoas de todas as idades, cores, tribos, racas, e opcoes sexuais. Ja imaginou quase 100.000 coracoes batendo em um mesmo lugar? Eu nunca tinha visto ao vivo.

A Abertura.
A banda Black Eyed Peas mostrou que "last night it was going to be a good night", e independente de essa musica ("I gotta feeling") tocar 13560593 vezes por minuto no radio, todos cantamos, e concordamos com eles. A grande presenca especial do Slash do Guns n' Roses (juro!) para tocar "Sweet Child O' Mine" levou a galera ao delirio.

O Show.
Foi naquele palco que imitava garras imensas de uma aranha que o show 360 graus aconteceu. Os paineis de LED com definicao impecavel, mostrava o que estava sendo transmitido ao vivo pelo YouTube. Para qualquer lado que se olhava, via-se o mesmo show. Bom, nao exatamente o mesmo. Para nos, sortudas (e caras-de-pau) que assistimos o show das cadeiras na segunda fila ao lado do pe esquerdo do Bono, a sensacao era de estar ouvindo o que sobrava da voz dele quando cantava mais longe do microfone.

Estava aconchegante, lotado mas aconchegante. A banda parecia uma boa companhia para ouvir musica bonita. Falando nisso, musicas lindas e melodias incrivelmente bem feitas sobraram nos meus ouvidos. A combinacao da voz do Bono, com os acordes da guitarra do The Edge fazem realmente a marca registrada e inconfundivel do U2.

O pedacinho de Bethoven como introducao de "Get On Your Boots" foi lindo; algumas linhas daquela musicaquedaumapaz "The Maker" do Daniel Lanois no final de "Beautiful Day" foi tambem memoravel. "Sunday Bloody Sunday", confesso, me fez chorar com imagens e mensagens de paz e humanidade.

Para os criticos que falam que o show parecia mais com um jogo de futebol, espero que eles deem valor aos pequenos e bonitos momentos da vida, de uma musica bem tocada, de uma melodia bem criada, de uma banda que ha anos vem fazendo muito pelo mundo em que a gente vive. E que esses mesmos criticos facam, ao menos, a sua parte.

Special thanks para o meu pai e a minha mae. Eu escuto U2 desde bebe, gracas ao bom gosto musical dos dois. Nao so isso, eu escutei Dire Straights, The Beattles, Erick Clapton, Sting, The Police, e tantas outras bandas. Pai e mae, sempre e todas as vezes que eu vou num show desses, que eu tenho a oportunidade de experienciar o climax da musica, sempre lembro muito de vcs e desejo que vcs estivessem ali comigo.

Assista aqui o show, que foi gravado ao vivo e transmitido pelo YouTube

Veja aqui todas as fotos que tiramos no show.

Leia aqui um pouco mais sobre a campanha (RED)




sábado, outubro 24, 2009

Final de tarde.




Lembra daquele post ali embaixo do por do sol alaranjado?


domingo, outubro 18, 2009

quinta-feira, outubro 15, 2009

Camping Trip


Segue a minha memoria mais antiga de todas: eu devia ter uns 2/3 anos, a gente acampava numa praia chamada Figueirinha, e a barraca do meu pai tinha dois quartos. Eu tinha um banquinho bem pequeninho, de abrir, e tinha um isopor que ficava ali, na "sala" da barraca, onde ficava guardada a minha tao esperada e idolatrada "dedeira"!!!!!!! Nos acampamentos era de Chocomilk e ate hoje eu lembro do gosto. O lencol de baixo do meu colchao era verde escuro (ou era o da mae, nao lembro) e o de cima era branco e verde, com trevos da sorte. Lembro disso. Boas lembrancas.

Algumas semanas atras fomos acampar. Eu e a minha turma de Venice que eu adoro. Fomos pra Santa Barbara e o caminho e super lindo. No primeiro dia estava calor, chegamos e montamos o acampamento, jantamos e tava tudo uma delicia. Eu e o Simon continuamos sendo roommates ate no acampamento e dividimos uma barraca. Eu nao dormi direito, porque tive frio, mas no outro dia descontei e tirei varias sonecas. Mais pro final do dia fomos nadar. A agua tava geladassa, mas valeu a pena ter entrado. Lavei a alma. Bem bom. Naquela noite rolou um super assado, jantamos e contamos historias. Naquela noite dormi bem quentinha. Adorei tudo - tirando o problema que era fazer xixi no meio da noite.

Honestamente eu curti acampar, mas nao troco o conforto do meu carpete e do meu banheiro (e fazer xixi quantas vezes eu quiser no meio da noite) por nada.

Vejam aqui todas as fotos.

Aniversario do Murilo

Faz algumas semanas que comemoramos o aniversario do meu nanico favorito, o meu parceiro para alguns dos momentos mais engracados da minha vida. Foi aniversario da Vossa Alteza Murilo Antunes. Ele estava de coroa, e oculos escuros dentro do Bar Chloe, um lounge frances, que eu mesma indiquei pra ele fazer a festa. Se eu soubesse... Foi super.

Vejam aqui as outras fotos.


quarta-feira, setembro 30, 2009

Resultado

Era pra ter sido um jantar inocente.
Pois bem...
2 garrafoes de vinho.
Caminhamos ate o Pier de Venice.
8 tequilas pra cada (um dos meninos) - eu nao tomei.
Cantoria com o rapaz que cantava "Morena Tropicana" com sotaque de castelhano.
Smirnoff Ices na Marina,
O "quase" roubo de um barco chamado "Survivors"
Jiu-jitsu na minha casa,
Apaguei as luzes e obriguei eles a dormir.

Sigo me questionando sobre essa adoracao por mendigos....






Nada como a cama da gente.



sexta-feira, setembro 25, 2009

A vida na Marina Del Rey

Sexta feira segue sendo o meu dia favorito da semana. Fim de tarde e la fora comeca a alaranjar. Estou trabalhando do sofa (geralmente la pelas 5 eu canso da mesa e venho pro sofa) e uma melodia bonita soa do segundo andar. Reconheci. Era o mesmo violao.

Tenho curtido muito ficar sozinha. Passar tempo comigo mesmo. Eu sinto falta do silencio, geralmente depois de periodos conturbados como os de producao de Made In Brazil. Semana passada eu dormi um pouco no final da tarde, e acordei com essa mesma melodia bonita. Olhar aqui pra fora da minha sacada ao som dessa musica parece um presente. Caminhei ate ali fora, respirei bem fundo e sorri pra um dos 3 esquilos que brincavam nas palmeiras aqui na frente. As vezes ainda acho que estou sonhando e que essa vida nao pode ser de verdade.

A festa foi linda, diria a mais organizada e stress-free de todas. Consegui ate me divertir. Foi interessante trabalhar com 3 diferentes cidades, conhecer pessoas novas. Adorei San Francisco. Certamente um pedacinho de Europa nos Estados Unidos. Poderia morar la por um mes, com certeza.

E no final da tarde, nos finais de semana, que o Simon chega. O meu roommate passa bastante tempo fora, principalmente durante a semana. Eu adoro quando ele chega em casa. O Simon e ingles, e irmao do meu outro grande amigo Nik. Ele e meu parceiro de nunca estar mal-humorado, de dancar pela casa a qualquer hora do dia, de tomar cervejas vendo o por do sol, de falar de casos amorosos, de dar bandas de bicicleta, de jantar em casa a noite e dormir cedo. O Simon me pergunta se as roupas dele estao combinando e eu respondo com sinceridade.

To em paz.




terça-feira, setembro 08, 2009

Labor Day Weekend!



Feriado do dia do trabalho aqui em LA. Comecamos no Waterfront in Venice, depois aniversario do Wilson na Playhouse and Churrasco aqui em casa, no Bay Club. Clique aqui para ver todas as fotos.

sexta-feira, setembro 04, 2009

Pijamas Pics - Made In Brazil Summer Tour - San Diego


Clique aqui para ver as fotos da festa.


Old and good times.


Essa foi uma epoca bem interessante. Os guris tinham uns 4/5 anos e eu tinha uns 10. A gente passava todos os veroes na casa do Tio Ito em Floripa. Primeiro na Lagoa da Conceicao e depois num condominio em Garopaba. Na Lagoa o Tio Ito ainda fazia pranchas e eu lembro do cheiro da oficina dele como se fosse hoje. O Erico, o Genaro e o Dudi eram simplesmente as criancas mais lindas do mundo, e mais pestes. A gente acampava muito seguido e viviamos na praia. Eu lembro de ouvir The Police enquanto subia os morros para as praias de Floripa, e do amigo do Tio Ito que me levava pra nadar no fundo (gizifundao!) Lembro de enxergar os meus pes no fundo do mar e achar aquilo o maximo. Foi no Recantur, tb do lado da casa do meu tio em Floripa que eu cai de uma arvore, enquanto subia depois da chuva e a mae me avisava pra descer. Foi la tb que eu falei aquele palavrao horroroso e o pai me deu pimenta quando eu cheguei em casa. Aquele pote com a tampa amarela, ate hoje, me da arrepios.

Bons tempos.


Marina Del Reh!



Clique aqui para ver o resto das fotos.


quarta-feira, agosto 19, 2009

Depeche Mode @ Hollywood Bowl - Videos



Depeche Mode @ Hollywood Bowl

"... words are very unnecessary...!"

Para ver todas as fotos do show, clique aqui.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Aline, a assistente do barulho

aline says: (10:12:07 PM)
boteeeii meu sapatiiinho
P i j a m a s says: (10:12:11 PM)
na janela
aline says: (10:12:14 PM)
na janeela duuu quintaalll
aline says: (10:12:33 PM)
comuéqui papai noeeelll
P i j a m a s says: (10:12:42 PM)
tu e muito louca!
aline says: (10:12:50 PM)
naunsisqueci di ninguéenn
aline says: (10:13:10 PM)
sajarricusêja poobre
aline says: (10:13:25 PM)
o vélinhu sempriveeemmm

Em homenagem a minha amiga, irma e assistente do barulho da qual eu estou orgulhosa depois da sua atuacao no evento de ontem. Ailoviu mai friend.

domingo, agosto 09, 2009

24 hour party people.

Acabei de assistir ao filme 24 Hour Party People e fico encantada com tudo o que aconteceu na cidade de Manchester. Acho tao interessante olhar pra tras e ver que tudo aquilo refletiu no que hoje e a musica eletronica. Ian Curtis do Joy Division, Tony Williams que foi o criador do Hacienda, o club mais incrivel de todos os tempos. Queria ter estado la pra ver de perto.

Essa e a melhor musica do filme "Love will tear us apart" do Joy Division

O texto e longo, mas e muito interessante. Para os amantes da musica.

The History of The Haçienda by former resident DJ Dave Haslam
written exclusively for Pride Of Manchester in June 2003
The Hacienda closed in June 1997 after which it stayed empty for eighteen months before it was demolished. Bits of the demolished club were then auctioned off. Bricks were £5 each; the sale raised thousands of pounds for charity. Now on the site on Whitworth Street there’s a block of flats mocking us with its use of the Hacienda name.

But before we get too deep into the Hacienda’s history, perhaps it’s worth remembering that there have been dozens of other great clubs and venues that have contributed to the city’s peerless nightlife scene. Time, though, is merciless. Other great venues in Manchester’s recent club history have suffered a similar fate to the Hacienda’s; on the site of The Gallery on Peter Street there’s a particularly depressing example of a Bar 38; the site of The Reno in Moss Side is wasteground; The Boardwalk is an empty building.

Despite all this, interest in the Hacienda has never been greater. In the late 1980s, the Hacienda was unique. Without the club there would have been no Cream in Liverpool, and perhaps no Ministry of Sound. Visits to the Hacienda inspired DJs like Sasha, theChemical Brothers, Laurent Garnier, and Justin Robertson.
The recent release of the film ‘Twenty Four Hour Party People’ is keeping interest in the Hacienda alive, even though it tells an idiosyncratic version of the history, mostly based around the story of Tony Wilson (played by Steve Coogan). You’d have to talk to some of the longest serving staff members; Leroy Richardson, Andrew Berry, Angela Matthews or Suzanne Robinson. And the regulars; everyone has a different version of what went on at the club. You’d have to collect all those individual memories to make the complete picture, like getting back those auctioned bricks from their thousand different homes.
Financed by Factory Records and New Order, the Hacienda was open for fifteen years. Most nights it opened, money was lost. Peter Hook once claimed that New Order would have been better off if they’d given ten pounds to everyone who ever came to the Hacienda, sent them home, and not bothered with the club at all.
There were at least a couple of years when it all came together, though; the end of the 1980s, the Madchester years, the birth of the rave era. I DJ-ed at the Hacienda nearly five hundred times, mostly back in the 1980s, and we had some amazing nights there, but back then, although we knew things were good, I don’t think anyone would have predicted that over a dozen years later there would be a film about those years; it was just a matter of getting out there and enjoying the weekend. Cameras were rare in the club, although there had been one character, Malcolm, who had a company called Ikon. He filmed New Order, Mantronix, Grandmaster Flash, The Smiths and all the other acts who ever played there but then he disappeared into the Pennines and no-one has heard from him since.
In the absence of any major archive or much TV footage, the makers of ‘Twenty Four Hour Party People’ built a stunning replica of the building in a warehouse in Ancoats and opened the doors to a thousand clubbers one Friday night in March 2001 for one of the most talked-about nights out in Manchester for years. Mike Pickering, Graeme Park, Jon Da Silva and I DJed, and the night exploded. It was a farewell party, a celebration, a reunion. Within a couple of days the replica version had been taken down, demolished like the original building, but the film-makers had got some great footage and we’d had a ball.
‘Twenty Four Hour Party People’ is concerned with much more than the Hacienda, though; it follows the fortunes of Factory label. Spurred on by punk, Tony Wilson andAlan Erasmus put on gigs, hosting ‘Factory’ nights at the Russell Club in Hulme in June 1978, which led to the formation of Factory Records later in the same year.
Rob Gretton instigated a joint venture between New Order and Factory Records, looking for a site for a club of their own. Others involved in the record company took some persuading. There’s an episode in the film when Martin Hannett - New Order’s producer (and co-director of Factory) - throws a massive strop; he wanted to spend any spare cash on recording technology.
Late in 1981 Gretton and friends took a lease on an old yacht showroom on Whitworth Street West in a semi-derelict part of town overlooked by a rusting gas works. Making full use of the warehouse layout - the industrial girders, iron pillars, and high ceiling - Ben Kelly set about designing the Hacienda, a very different place to most clubs in Britain with their sticky carpets and potted plants. The ‘Architectural Review’ called Ben Kelly’s Hacienda a “pioneering interior”.
Open from May 21st 1982, the Hacienda was a members-only club, open sometimes five or six nights a week. Bills weren’t getting paid and no money being made. Fortunately for the whole enterprise, New Order had commercial success with 'Blue Monday'; the single spent 34 weeks in the charts in 1983 and became the biggest selling 12” record of the era. The band were persuaded to part with proceeds from their record sales to support the club’s high losses.
For all its aesthetic glory, the Hacienda was cursed with bad acoustics and poor sightlines. The first resident DJ, Hewan Clarke, was hidden away in a little boxroom to one side of the stage. He lobbied for the DJ box to be moved from the bunker and a wooden structure on the balcony was eventually built, overlooking the dancefloor. Ben Kelly claimed his design was being compromised, but it was the perfect move, pre-empting the shift to club nights and the rise of the superstar DJs.
But in those early years the club would often be empty. I’d sometimes be there, a paying customer, possibly the only one. I’d sit at one of the balcony tables watching the videos projected onto a big screen and listening to the sound Hewan’s electro selections echo round the hall. Claude Bessy was the video jock; he’d splice together bondage videos, old black and white films and weird psychedelia. An amazing character, although he’s not in '24 Hour Party People'.
On one occasion the club hosted an installation by David Mach; thousands of vinyl copies of New Order’s ‘Confusion’ single were glued together in huge piles round the dancefloor pillars. This is not in the film either, although at the time it was impressive. To me, at least, and probably around two dozen other people, although they never made a film about us; the twenty four arty people.
The smaller clubs were more fun; The Venue, Berlin, The Playpen, The Man Alive. The busiest club night at the Hacienda up to 1985 was their ‘No Funk’ night on a Tuesday. On Saturday nights in 1984 the big tune was Lulu’s ‘Shout’ (you can’t believe this can you?).
When Mike Pickering instigated ‘Nude’ night on a Friday it all changed. He had the perfect playlist to lead the club from post-punk to electro funk. He’d play stuff likeWhistle ‘Please Love Me’, and the SOS Band ‘Just be Good to Me’. There were no rules. He was playing house before anyone else.
Paul Mason arrived in January 1986 from Rock City in Nottingham and, with Paul Cons, instituted a new regime. These two men were pivotal in the story (though they were unrepresented in ‘Twenty Four Hour Party People’); they were responsible for the day to day running of the club and the promotion and marketing. In this era, there were chaotic board meetings when New Order would be cajoled into pledging more money, and Wilsonand Gretton would air more differences of opinion (the tension, enmity, between the two men is one of the best things in the film), but Mason, building on the success of ‘Nude’, accelerated a switch into club nights.
Although there were some memorable gigs at the club - ‘The Tube’ filmed Madonnathere in 1984, and the likes of the Birthday Party and The Smiths had played there too - but by 1986 live music was clearly not making the Hacienda any money. I’ve always believed that starting some club nights was a last resort; at that time having DJs playing was so much cheaper than booking bands.
I was invited to launch a Thursday ‘Temperance Club’ night in May 1986. The first night five hundred people came in, which was pitiful in the context of what went on later, but it was enough, at the time, for me to be given Saturday nights as well. By the end of 1986 my DJing was deemed a success and I was given a pay rise; £110, for two nights work. I wasn’t looking to make money out of this DJing lark; I might even have done it for nowt, if they’d asked.
There was no plan. No-one got round a table to mastermind the perfect strategy to ensure we were playing the right records to win ourselves a place in music history. We were DJs who understood the people in the queue, and we played what we liked. On Thursdays I played hip hop, New Order, The Smiths, The Stooges, and Public Enemy. Saturdays were more funky, then housey. Mike Pickering had already been joined by DJ Graeme Park and ‘Nude’ was already legendary.
By the end of 1987 the famous Hacienda queues were there from Wednesday through to Saturday, each night having its own identity. At 9pm the queue would be round the building. Ironically, considering what was to happen in the club within a year or so, it was a friendly crowd. There was more violence at Manchester’s mainstream nights where lager louts would battle it out with broken bottles at closing time.
A conclusive change came in 1988. Ecstasy use changed clubs forever; a night at the Hacienda went from being a great night out, to an intense, life changing experience. The new sounds of house and techno seemed to survive the club’s poor acoustics; cluttered music sounded a mess bouncing off the walls of the club, but thudding beats, piano lines, and minimalist bleeps rocked the room. The music sounded even better on drugs.
I’ve glimpsed it since in other clubs, looking out of the DJ box and seeing steam rising, seeing the bodies pressed together, moving together on the dancefloor. The DJs weren’t in control; it was like trying to tame a thousand maniacs. The nights were unpredictable, hard to handle. One night a girl came into the DJ box, took alll her clothes off, lay on the floor and started pulling at my trousers. I resisted her charms; no-one ever cleaned the floor, I reasoned, what was she thinking of?
The most intense night was Wednesdays, ‘Hot’, launched in the second half of 1988, the quintessential Summer of Love experience piloted by DJs Mike Pickering and Jon Da Silva. It was like a mini-midweek Ibiza, with a swimming pool next to the dancefloor, and airhorns and thunderstorms and pianos filling the air. DJs weren’t quite anonymous, but they certainly weren’t the stars. The audience was just so crazed, devoted; nothing would have been achieved without them.
Whereas music in clubs is now pigeon-holed and segregated, in those first years of acid house, the dancefloor was open minded. In retrospect DJs have tried to convince us of their purist underground credentials, that wasn’t really the case. In the acid house era you would have heard house, and techno, but also hip hop records like ‘Know How’ by Young MC, New Order and Euro disco tracks by Italian production teams.
For a couple of years, the Hacienda could boast sell-out crowds four nights a week, but there was massive energy throughout Manchester at the time; clubs like theThunderdome and Konspiracy were also attracting big, discerning crowds.
Downsides to all this activity were becoming apparent, though. In July 1989 Claire Leighton took an 'E' given to her by her boyfriend, collapsed in the club and died thirty-six hours later. By the middle of 1990 there were problems on the door of all the best clubs in Manchester; the scene was being wrecked by drug dealers.
I finished the 'Temperance Club' night in October 1990; in attempts to control the crowd coming in, the doormen had started requesting student ID, which is always a bad sign. Unbeknownst to me, Liam and Noel Gallagher had just started hanging out in the club. Noel was a roadie with the Inspiral Carpets, Liam was a devoted fan of the Stone Roses. It was a wonderful community. The older generation would hang out too. Mark E Smithof The Fall would be there, nursing a pint, grumbling about hairdressers and students in the club. Happy Mondays and their mates would be underneath the balcony, surrounded by the thinnest girls in the club.
The Hacienda was a great community but escalating drug use meant the club became a major market for drugs, and violence ensued as gangs battled for control of the door (and, thus, the supply). There were less welcome visitors to the DJ box. At the end of one night a lad drew a gun on me and demanded my records. Jon Da Silva has since told me that my choice of records sucked, but thinking about it, at least the gunmen was threatening to shoot me because he liked the records I was playing, rather than shoot me because he hated them. So I must have been doing something right.
During 1990, the management fended off attempts by the police to have the club shut down, but in January 1991 they closed the club voluntarily. The violence was increasing and the disastrous publicity was scaring away customers. Tony Wilson usually stays opimistic, talking things up, but these were bad times, and when he announced the closure anxiety was etched on his face.
The closure was temporary, and three months later the club re-opened. In later years, there were some great nights in the club, but the Hacienda no longer had the monopoly on good ideas and big crowds. There was a belated attempt to exploit the brand, and t-shirts were printed and sold (another job for Fiona Allen; she ran the shop).
In 1992 Factory Records went bankrupt, struggling with unsuccessful new signings, the faltering career of Happy Mondays and the reluctance of New Order to make another LP for the label; the financial problems compounded by the high borrowings incurred on a new HQ on Charles Street. At the Hacienda there was recurrent violence and Mike Pickering finally severed his connections with the club just after the 11th birthday after he’d had a knife pulled on him, and guest DJ for the occasion, David Morales, had a glass thrown at him. New clubs arrived in the city; Paradise Factory, Sankey’s Soap in 1994.
Through the mid-1990s, Paul Cons ran the huge monthly gay ‘Flesh’ nights and Graeme Park kept the flag flying on Saturdays with his choice selection of American-style garage (ably assisted by Tom Wainwright who was another unsung hero), but most of the city’s successul nights were elsewhere; ‘Bugged Out’ at Sankey’s Soap, ‘Life’ at Bowlers, ‘Yellow’ at the Boardwalk, ‘One Tree Island’ at Jabez Clegg, and ‘Headfunk’ at Time. In Liverpool, ‘Cream’ learned important lessons; trying not to make enemies of the police, getting the merchandising right. The world had certainly caught up with the Hacienda.
After five years at other clubs, I returned on Saturdays in 1996. Elliot Eastwick had graduated to the DJ box, and we had six months when it looked as if the club was riding another wave, with more lives to change, but then one Monday, after one very busy Saturday at the end of June 1997 we got a call telling us they club was closing. In the film there’s a final night when Wilson appears in the DJ box exhorting the crowd to loot the offices; this never happened. When the end came it was an accident. Thanks to the film, though, we did get one final, great night, in the fake Hacienda in that warehouse in Ancoats.
The point of clubbing had been proved. In a room full of loud music, a bunch of good people with a lot of love and a bit of luck can create a great community. It can be done.