segunda-feira, julho 24, 2006

A Dona da Historia

Foi em Nova York que assiti a esse filme. Nevava la fora, e dentro daquela casa, calor e comidas gostosas. A mocinha do filme dança ballet e vai a passeatas, onde conhece o seu amor. Aos 18 anos ela nao tem duvida: "A vida é como um filme que a gente ve no cinema." No filme da sua vida ela nao quer ser atriz, ela quer ser pergonagem de uma grande historia - da sua historia. Ela ja esta casada e comeca a questionar os tantos "se" que ficaram pelo caminho. Em conversas consigo mesma ela revive os sonhos do passado e as possibilidades de ter sido outras personagens e seguidos outros rumos. Com isso ela experimenta o que foi, o que nao foi e o que poderia ter sido - ao lado ou longe do grande amor da sua vida.
O meu pai diz que a vida nao teria graça se soubessemos sobre o futuro. Acho que concordo. Pena que doi tanto escolher entre um caminho e outro, acreditar e desacreditar, fazer tudo errado e achar que esta certo. Escolhas, sempre elas. Queria poder acertar sempre, pra nao me fazer sofrer e nem aqueles que eu gosto, pena que isso nao existe. Nada e definitivo, ao menos isso.

Um comentário:

Anônimo disse...

As vezes eu te acho uma engenheira.
Bejos. Te amo.Muito. Tô com saudades.